Agenda - Rio de Janeiro (exposições)

Exposições na CAIXA Cultural

Não deixem de visitar as duas mostras em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

FARNESE DE ANDRADE – ARQUEOLOGIA EXISTENCIAL, com curadoria de Marcus de Lontra Costa a exposição reúne um conjunto de 71 assemblages e objetos pertencentes a coleções particulares e a herdeiros do artista plástico mineiro, mapeando sua produção ao longo dos anos 1970, 1980 e 1990. A mostra traz também o filme Farnese (1970), do cineasta Olívio Tavares de Araújo, uma entrevista em vídeo com o curador e textos/poemas que ajudam a elucidar a trajetória e fundamentos criativos do artista. A exposição passou anteriormente pelas unidades da CAIXA Cultural de Brasília e São Paulo, sendo indicada pelo programa Metrópoles como uma das 10 melhores mostras de 2015; pelo Guia da Folha de São Paulo ao Prêmio Melhores do Ano de 2015 na categoria Exposições; e pela revista Veja como a primeira das cinco melhores mostras de 2015, em Brasília. Em 2016 foi apresentada no Palácio das Artes – Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte (MG), com versão retrospectiva e ampliada em homenagem ao aniversário de 20 anos de morte do artista mineiro. Em 2017 a mostra seguiu pra CAIXA Cultural Curitiba e agora em 2018 chega na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Venha se fascinar com o universo plástico de Farnese de Andrade.

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TERRA EM CHAMAS – VÍTOR MIZAEL, com curadoria de Paulo Gallina a exposição exibe um conjunto de obras inéditas do artista paulista, que suscitam uma reflexão sobre as origens do Brasil contemporâneo. Serão apresentados trabalhos que discutem as origens do momento em que vivemos a partir de uma representação ficcional da flora e fauna brasileiras. Vítor Mizael transita entre desenho, gravura, pintura, escultura, objeto e instalação. Seus trabalhos ficam no limiar entre a familiaridade e a estranheza, a atração e a repulsa, o apuro e a precariedade. Através deles, o artista nos leva a um país primitivo onde os homens não se entendem separados dos animais, onde a cultura não é opositora ou simulacro da natureza e sim uma extensão abstrata do universo natural. Uma terra em chamas que não pode ser habitada, mas na qual a oposição entre os pássaros eternizados pelo empalhamento e os desenhos de homens, animais e plantas eternizados pela arquitetura possam incitar a imaginação do visitante. Venha se fascinar com o universo plástico de Vítor Mizael.

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