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NOVEMBRO DE HOMENAGENS, LANÇAMENTOS E ORQUESTRAS NO TEATRO RIVAL PETROBRAS

Além de vários shows de lançamentos de CDs, a programação vai contar com uma série de tributos aos mestres Geraldo Pereira, Cartola, Martinho da Vila, João Nogueira, Altemar Dutra, Roberto Carlos, Candeia, Luiz Carlos da Vila, Wilson Batista, Wilson Moreira, Sereno, Moacyr Luz, além de lendária banda inglesa Queen do inesquecível Freddy Mercury

Homenagens e lançamentos de CDs vão marcar o mês de novembro no Teatro Rival Petrobras. A programação ainda vai ter apresentações de duas orquestras, uma passeando por clássicos do cinema mundial e outra promovendo um grande baile. Isso sem falar nas poderosas drag queens que animam e confirmam a vocação do Rival como o palco carioca do teatro de revista. É programação com a tradicional marca de qualidade e diversidade do Teatro Rival Petrobras.

O mês começa com uma homenagem aos “100 anos de Geraldo Pereira”, compositor que nos deixou clássicos como “Falsa baiana”, “Bolinha de papel”, “Escurinho”, “Cabritada mal sucedida”, “Acertei no milhar” e “Sem compromisso”. Geraldo Pereira merece destaque na música brasileira. Com os pés plantados na tradição do samba, ele criou um estilo inconfundível, sincopado e matreiro, que apontou para o futuro e fez a roda da música girar, fornecendo subsídios para outras vertentes musicais, como o Samba de Gafieira, a Bossa Nova e o Sambalanço. No palco do Teatro Rival Petrobras, estarão o cantor e compositor Tuco Pellegrino; o produtor, pesquisador musical, ator e cantor Rodrigo Alzuguir; e o cantor, jornalista e pesquisador Pedro Paulo Malta. Para interpretar os sucessos de Geraldo Pereira, esse trio ainda vai contar, no dia 1º de novembro, com as participações especiais de Monarco, Soraya Ravenle, Tantinho da Mangueira e Ilessi.

No feriado do dia 2, o grupo Arranco de Varsóvia, do alto de seus mais de 20 anos de carreira, reverencia dois craques do nosso samba com o show “Canta Cartola e Martinho”. Ao juntar as obras de Cartola e Martinho no mesmo show, o quarteto – formado por Andrea Dutra, Cacala Carvalho, Elisa Queirós e Paulo Malaguti Pauleira – evoca alguns dos mais importantes sambas da história, como “O sol nascerá”, “Disritmia”, “Divina dama” e “Canta, canta, minha gente”. Para a apresentação no Teatro Rival Petrobras, o quarteto vai contar com a participação especial de Ivan Lins. Além de cantarem juntos alguns dos sucessos do autor de “Madalena”, “Novo tempo” e outros clássicos da MPB, o Arranco vai aproveitar para mostrar, em primeira mão, “Samba Clara”, primeira parceria de Paulo Malaguti Pauleira com Ivan Lins.

Duas estrelas vão brilhar no palco do Teatro Rival Petrobras no dia 3: a Orquestra Petrobras Sinfônica e o cinema. Isso porque a orquestra promove um concerto dançante em homenagem a filmes dos anos 1970 e 1980. A apresentação integra a programação doFestival do Rio 2018 e traz canções dos filmes “Grease”, “Dirty Dancing”, “Os embalos de sábado à noite” e “Xanadu”. O repertório será apresentado por um octeto de sopros e percussão e contará com canções como “Summer Night”, “Stayin’ Alive”, “How Deep Is Your Love” e “The Time Of My Life”. Aos 46 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país, ocupando um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra tem o patrocínio da Petrobras há 31 anos e conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como diretor artístico e regente titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional. A apresentação da Orquestra Petrobras Sinfônica firma, com selo de qualidade, a parceria bem sucedida da empresa com o teatro.

O saudoso cantor e compositor João Nogueira costumava comemorar seu aniversário com um caruru reunindo os amigos, que resolveram manter a tradição com o show “Caruru do João”. A homenagem será no dia 6, seis dias antes de quando o artista faria 77 anos. Para cantar a riquíssima obra de João, estarão no palco do Teatro Rival Petrobras o sobrinho dele Didu Nogueira, a irmã e parceira Gisa Nogueira, Paulo César Feital, Dalmo Castelo, Marina Íris, Léo Russo, Toninho Geraes e Carla Rio, que se destacam entre os admiradores de João. É dia para sambar ao som de sucessos como “Nó na madeira”, “Clube do Samba”, “Mineira”, “Poder da criação”, “As forças da natureza”, “Eu, hein, Rosa!”, “Pimenta no vatapá” e “Um ser de luz”. Imperdível!

Quando um grande produtor grava um CD cantando, a gente tem de comemorar! E é o que será feito no dia 7, em que José Miltonlança o CD “Retrato cantado” num show com participações de Fagner, Miúcha e do maestro Cristóvão Bastos, diretor musical do projeto. Com uma elogiadíssima carreira de produtor – trabalhou com Nana Caymmi, Emílio Santiago, Nelson Gonçalves, Joyce, Joanna e muitos outros –, José Milton vai mostrar seu talento de cantor, descoberto por poucos quando ele lançou seu único LP solo em 1976. Aquele disco tinha a primeira gravação da obra-prima de Guinga e Paulo César Pinheiro, “Bolero de Satã”, consagrada, anos depois, por Elis Regina e Cauby Peixoto. Guinga pediu e José Milton regravou a canção neste “Retrato cantado”, que será apresentado no Rival com um repertório de clássicos como “Nem eu” (Dorival Caymmi), “Molambo” (Jayme Florence e Augusto Mesquita), “Tocando em frente” (Renato Teixeira e Almir Sater) e “Atiraste uma pedra” (Herivelto Martins e David Nasser). Só pérolas!

Dia 8 é dia de reverenciar a incrível Áurea Martins, 78 anos de vida, mais de 45 cantando na noite e uma biografia lançada no fim de 2017. A cantora vai comemorar os 10 anos do lançamento do seu primeiro e elogiadíssimo CD “Até sangrar”, que rendeu a ela, em 2009, o prêmio da Música Brasileira como melhor cantora na categoria MPB. Como o show de lançamento do CD na época não teve muitas apresentações, Áurea Martins vive recebendo pedidos para revivê-lo. Pedido feito e aceito. A novidade é a inclusão, no roteiro, de algumas canções que foram escolhidas e até pré-gravadas, mas que não entraram no CD. “Eu amo o samba-canção. ‘Folhas mortas’ e ‘Matriz ou filial’, do repertório do Jamelão, não entraram no CD, mas estarão no show”, confidencia Áurea. O repertório de “Até sangrar”, idealizado pela dupla Hermínio Bello de Carvalho e José Maria Rocha, tem pérolas como “Ilusão à Toa” (Johnny Alf), “Pensando em ti” (Herivelto Martins/David Nasser) e “Há um Deus” (Lupicínio Rodrigues).

Uma homenagem de filho para pai vai marcar o dia 9 de novembro no Teatro Rival Petrobras. É o show “Sentimental nós somos”, em que Altemar Dutra Jr vai reverenciar o pai, em seus 35 anos de morte. A semelhança na voz com Altemar Dutra, o eterno trovador, faz com o público se emocione ouvindo Altemar Jr. Mas o filho tem brilho próprio e vem escrevendo sua própria história na música desde o lançamento do seu primeiro CD, “Transparente”, em 1997, que o levou a ganhar o 10º Prêmio Sharp de Música na categoria Revelação de Cantor. Para a apresentação no Rival, Altemar Dutra Jr vai contar com participações especiais passeando pelos sucessos do saudoso Altemar Dutra. Já confirmaram presença no palco os cantores Elymar Santos, Tania Alves, Márcio Gomes e Karina Duque Estrada. Vai ser pura emoção!

Ritmos dançantes embalam temáticas cotidianas e sentimentais, do tecnobrega ao samba de coco, com poesia ácida e irônica, por vezes escrachada. É o que vai rolar no dia 10, a partir das 21h, no lançamento do álbum “Pra você fazer minino”, de Gigante César e o Sucesso Repentino, projeto musical autoral desse artista pernambucano independente, que vem traçando carreira artística entre a música e o teatro desde que chegou a São Paulo em 2003. Trabalhou durante anos com a banda Cordel do Fogo Encantando e passou pelo Teatro Oficina de Zé Celso e comanda o bloco Bunytos de Corpo, sensação do carnaval do Rio de Janeiro, cidade onde reside atualmente. No palco, ele estará bem acompanhado pela atriz e cantora Giovanna Velasco e pelos músicos Rovilson Pascoal (guitarra, teclados e bases) e Pedro Selector (trompete e efeitos). Antes do show, a abertura ficará por conta da Festa XÊPA, power trio girls que detona o melhor do tecnobrega, tecnomelody, brega, melody, arrocha, cumbia, tecnofunk, feminejo, bicha music e toda a alegria de ser XÊPA. É festa das boas com esquenta animado e show performático e envolvente cheio de surpresas repentinas!

Um dos covers mais famosos do Brasil, Carlos Evanney é a atração do dia 13 de novembro com um espetáculo em tributo a Roberto Carlos. O motivo? E precisa? A obra do Rei é sempre um bom pretexto para um show. E é isso o que Carlos Evanney vai fazer: cantar um monte de sucessos do Roberto. No repertório, estão canções que ele fez para todos nós, como “Emoções”, “Como é grande o meu amor por você”, “Café da manhã”, “Os botões da blusa”, “Mulher pequena”, “Proposta”, “Cavalgada”, “Ciúme de você”, “Mulher de 40”, “Esse cara sou eu” e “Sereia”. Irresistível, não é mesmo?

Para reviver uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, não é preciso nenhum motivo especial. Mas se tiver algum, melhor ainda. De volta ao Teatro Rival Petrobras no dia 14a Queen Vision, melhor banda brasileira de tributo ao Queen, está comemorando dez anos de estrada reverenciando o fenômeno inglês. Além da data redonda, o momento não poderia ser mais oportuno para homenagear o Queen. Afinal de contas, no dia do show da Queen Vision, estará em cartaz nos cinemas cariocas o filme “Bohemian Rhapsody”, contando a história da banda que – misturando pop, rock, glam, electro, funk, ópera e rockabilly – quebrou barreiras estilísticas e marcou presença definitiva na história com clássicos da música mundial. Clássicos como “We Are The Champions”, “Another One Bites the Dust”, “We Will Rock You”, “Crazy Little Thing Called Love”, “Love Of My Life” e, claro, “Bohemian Rhapsody”, que dá nome ao longa-metragem que conta a história de Freddy Mercury e companhia. E os integrantes da banda Queen Vision que vão reproduzir com qualidade todos esses hits são o cantor Érico Becker – um dos pouquíssimos capazes de reproduzir voz e performance de Mercury –, o guitarrista Hércules Costa, o baixista Robson Godoi, o baterista Luís Giordano e o tecladista Tigran Magnelli. God save the Queen!

E salve a alegria! A diversão vai tomar conta do Teatro Rival Petrobras no dia 15, numa invasão de alto astral com o Bloco Pipoca & Guaraná, que mistura ritmos do carnaval brasileiro com temas que embalaram a história da televisão. São trilhas sonoras de desenhos famosos, jingles de comerciais e de programas de televisão em clima de marchinha e samba. Os shows são acompanhados por projeções, que compõem a cenografia do espetáculo em uma narrativa visual sincronizada com o repertório do bloco, numa verdadeira viagem pelos caminhos da TV. Nada mais animado e original!

Na noite do dia 16, vai ter surpresa no palco do Teatro Rival Petrobras durante o encontro de Zé Renato & Cláudio Nucci no show “Liberdade e movimento”. É que um dos grandes sucessos do Boca Livre ganhou letra de Cláudio Nucci, que vai ser apresentada, em primeira mão, no show em celebração à amizade de mais de 40 anos dos dois artistas. Juntos eles passaram por festivais estudantis, pelas bandas “irmãs” Cantares e Semente, pela Banda Zil, até o Boca Livre. Agora prometem um espetáculo passeando por seus repertórios autorais, canções feitas pela dupla – como “Toada” e “Quem tem a viola” –, além de pérolas de compositores que marcaram suas trajetórias. Tudo isso numa apresentação intimista, com duas vozes e dois violões, amizade, talento e cuidado. O show “Liberdade e movimento” surgiu com o presente de Nucci para Zé Renato pelos seus 60 anos em 2016: uma letra para a emblemática “Bicicleta”, tema instrumental de Zé Renato gravado pelo Boca Livre. Eles gravaram a nova parceria, que está saindo como single da dupla em todas as plataformas digitais justamente em novembro. Vai todo mundo sair do show cantando o refrão: “Liberdade, movimento, bicicleta é instrumento…”

Dia 17, Zezé Motta é a convidada especialíssima do já tradicional baile da Orquestra Tabajara no Teatro Rival Petrobras. O encontro é oportuno, principalmente porque a cantora acaba de lançar o CD “O samba mandou me chamar”, que nasceu numa feijoada no próprio Rival, quando Zezé gravou 200 sambas ao lado de vários artistas. Mas ela não vai cantar só samba! E já ensaia pérolas da nossa música para botar o público para dançar. Vamos riscar a pista!

“Meio século de batuque festejando Candeia e Martinho” é o show com que o cantor Marcelinho Moreira vai comemorar seus 50 anos de idade, dia 19,  no Teatro Rival Petrobras. Marcelinho Moreira é um batuqueiro que canta, mas também é um cantor que batuca. E isso desde muito pequeno. Porque suas influências vêm de longa data. Em especial de dois LPs emblemáticos na galeria do samba: “Axé” (1980), de Candeia, e “Tendinha” (1978), de Martinho da Vila. Marcelinho Moreira, além de cantor e um dos nossos grandes percussionistas, deixou aflorar o lado compositor e tornou-se parceiros de craques que já eram ídolos, caso de Martinho da Vila, com quem compôs “Filosofia de vida” e “Samba sem letra”. Para ficar ainda melhor, o espetáculo ainda vai contar com duas convidadas da melhor qualidade: Mart’nália e Tia Surica.

E novembro tem mais Drag Star! Inspirado no formato dos reality shows “The Voice”, “X-Factor” e “American Idol”, o DragStar é um show de talentos que busca encontrar a drag mais completa para receber o título de “Drag da Cidade: Rainha do Rival”. Concorrentes de todos os estilos e tempo de carreira concorrem ao título, que dá direito também a premiações em produtos e dinheiro. A lacradora Miami Pink comanda o DragStar, acompanhada pelas juradas poderosas Chloe Van Damme, Karina Karão, Ravena Creole e Samara Rios, que são as madrinhas das candidatas selecionadas. Vale lembrar que cada madrinha adotou quatro candidatas na primeira etapa. Agora chegou a vez de conhecer a vencedora. A final é no dia 21 de novembro!

O samba é a mesmo a maior atração do mês! Dia 22, tem o grupo Casuarina celebrando 17 anos de carreira. Nascido na Lapa, o quarteto acaba de lançar o disco “+100”, com 12 canções inéditas, traçando um panorama do atual cenário do samba brasileiro. Nesse show comemorativo, o Casuarina receberá alguns dos compositores que contribuíram pra esse projeto, como  Marcelinho Moreira, Chico Alves, Wanderley Monteiro, Leandro Fregonesi e André Cadé, mostrando que o samba continua vivo e pujante no cenário musical carioca. Além do repertório do novo trabalho, o Casuarina promete fazer um apanhado dos principais sucessos desses 17 de carreira. E vamos cantar juntos!

Os 50 anos de morte do cantor e compositor Wilson Batista vão ser lembrados pela maravilhosa Mônica Salmaso no dia 23 no palco do Teatro Rival Petrobras. Considerada uma das maiores cantoras do Brasil na atualidade, Mônica já homenageou grandes compositores, como Chico Buarque, Guinga, Paulo César Pinheiro, Vinicius de Moraes e Baden Powell e agora se debruça sobre a obra de Wilson Batista. Ele compôs vários sucessos para os carnavais das décadas de 1940 e 1950 e, apesar de ter vendido muitos sambas para sobreviver, deixou mais 500 músicas catalogadas em seu nome. O repertório do show baseia-se na pesquisa feita por Cristina Buarque de Holanda e conta com preciosidades que marcaram a carreira de Wilson Batista, como “Mundo de zinco”, “Ganha-se pouco, mas é divertido”, “Acertei no milhar”, “Boca de siri” e “Lá vem a Mangueira”. Merecida homenagem!

E depois de Wilson Batista, Wilson Moreira. Só que, desta vez, a homenagem é também lançamento. O cantor e compositor Wilson Moreira morreu em setembro, aos 81 anos, sem conseguir lançar o recém-gravado CD “Tá com medo, Tabaréu?”, viabilizado graças a uma campanha de financiamento coletivo. O projeto reúne sambas inéditos voltados para o público infanto-juvenil, inspirados nas histórias e lembranças de Wilson dos seus tempos de infância, no bairro de Realengo, no subúrbio carioca. O lançamento póstumo do trabalho será no dia 27 e vai reunir cantores amigos do sambista: Fabiana Cozza, Áurea Martins, Ana Costa, Didu Nogueira, Makley Matos, Marquinho de Oswaldo Cruz, Paulão 7 Cordas, Tânia Machado, Agenor de Oliveira, Darcy Maravilha, Fernando Bento e Susana Dal Poz. Não faltarão clássicos de Wilson Moreira no show, mas também serão apresentados sambas novinhos, como “Um canto universal”, homenagem a todas as mães, e o divertido partido-alto “O bom passarinho”.

Repertório de primeira é o que promete também o show de Elohim Seabra, afilhado do saudoso produtor Miele. É o lançamento do CD “Revendo amigos”, que contou com direção de Miele, clássicos da MPB e canções inéditas, como “Rio pede amor”, de Ricardo Dunna. Entre as pérolas do nosso cancioneiros, estão “Fanatismo” (Fagner), “Casinha branca” (Gilson), “Verdade chinesa” (Gilson e Carlos Colla), “Lembra de mim” (Ivan Lins e Vítor Martins) e “Canção da América (Milton Nascimento e Fernando Brant). O repertório também tem um presente de Cláudio Lins para Elohim: a canção inédita “Tudo pro lugar “, uma parceria de Cláudio com o pai, Ivan Lins. O show acontece no dia 28.

Fim de mês chegando, e a programação do Teatro Rival Petrobras continua com o astral lá em cima. Dia 29, tem o samba de Nego Álvaro, que está lançando seu segundo CD, pela gravadora Biscoito Fino. Especialista em repique de mão, o artista vai apresentar o novo trabalho – “Nego Álvaro canta Sereno e Moacyr Luz” – sob a bênção dos dois compositores homenageados. Com a experiência de quem passou por rodas de samba de responsa, como a do Cacique de Ramos e a do Samba do Trabalhador, Nego Álvaro aceitou as sugestões do próprio Moacyr Luz para o repertório do CD, mas fez questão de gravar duas canções: “Som Brasil”, que já havia sido gravada pelo Fundo de Quintal, e “Amor, o dono do meu caminho”, registrada anteriormente pela turma do Samba do Trabalhador. As escolhas têm uma explicação: “Para mim é muito importante fazer parte desta história do Moa e do Sereno”. A gente só tem a agradecer.

E novembro, dia 30, fecha ao som da obra do mestre Chico Buarque em ritmo de marchinhas, travessura do grupo Mulheres de Chico, que festeja seus 13 anos de animação e folia. Primeiro bloco feminino e temático do Brasil, Mulheres de Chico começou desfilando no Leblon, mas há oito anos aportou nas areias do Leme, montando seu palco junto ao Costão, de frente para o mar. Em 2019, o calçadão de Copacabana, praia mais famosa do mundo, completará 100 anos com uma homenagem do grupo: a inclusão da música “Muchachas de Copacabana” no repertório das Mulheres de Chico.

Haja fôlego para tantas comemorações em novembro! Mas tem mais! Pode ir se preparando porque vêm aí “Raul fora da lei” emdezembro e Toquinho abrindo a programação de 2019.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – RJ

Ingressos antecipados (Eventim) – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j.

Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos (menores apenas acompanhados pelos pais). www.rivalpetrobras.com.brhttps://www.facebook.com/teatro.rival

Instagram: @teatro.rival

Twitter: @teatro_rival

Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

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