Desvio Indica

Entrevista Mariana Maia

CoroAção, 2018. Fotografia de Welber Chagas(2)
CoroAçãO, 2019. Fotografia de Walber Chagas.

Mini bio 

“Fazemos nossa própria

coroação, com tecidos, fitas,

sagrados. Caminhada em

direção de uma fonte,

erguendo baldes, suportando

um oceano, refazendo os

passos de nossa própria

história.”

  

Mariana Maia atua como Artista Visual desde 2011, desenvolvendo, sobretudo, performances. Atua, também, como professora na rede pública do Rio de Janeiro. Possui formação em História da Arte, com Mestrado em Artes/ UERJ. Realizou a exposição individual CoroAção (2019) na Galeria Desvio/ RJ. Participou de ações em diferentes espaços como MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói/ RJ, MHN – Museu Histórico Nacional/ RJ, Galeria Cañizares/ BA, Casa Porto/ ES. Atuou e roteirizou o curta “CoroAção”, premiado e selecionado em várias mostras de cinema.

Site // Instagram

 

_ Mariana, a poética que atravessa seu trabalho lida diretamente com o lugar que seu corpo, assim como os de diversas mulheres negras ocupam na sociedade. Como se deu o processo de perceber que sua vivência enquanto mulher negra poderia ser explorada enquanto potência artística e também ato político?

Cresci em uma favela da zona norte do Rio de Janeiro. Naquele espaço os corpos de mulheres negras eram comuns. Mulheres trabalhadoras, lutando para suster famílias, passando por experiências acentuadas pela violência, pobreza, machismo, racismo.  Corpos invisibilizados. Uma vivência marcante e traumática. Quando iniciei o sonho da universidade pública, percebi que meu corpo não habitava com facilidade o espaço acadêmico, museus e galerias. Entrei na UERJ no primeiro ano da política de cotas raciais. Estar na minha pele sempre foi motivo de luta. A batalha permanente por ser, tornou-se o enfrentamento do fazer artístico.

_ Ainda hoje a inserção de pessoas negras no circuito se dá de forma muito problemática. Durante os últimos anos temos visto uma inclusão maior desses corpos, principalmente partindo de políticas de cota. Quando você realiza seus trabalhos, como você pensa a inclusão desses corpos nesses espaços?

Muitas vezes outros artistas com poéticas consonantes habitam meus trabalhos. A arte tem sido um fazer coletivo, principalmente com outras mulheres negras. Recentemente compartilhei uma performance com minha própria mãe. Às vezes, o público é convidado a participar de alguns trabalhos, isso sempre se mostra uma ação enriquecedora. Como professora de Artes da rede pública de ensino, também compartilho o fazer artístico com meus alunos, em sua maioria negras e negros. Meus alunos são mestres em trazer novas percepções sobre esses corpos no mundo da arte.

_ Sua mãe é uma figura muito presente nos seus trabalhos. Ela frequenta suas exposições? Como é a relação dela com seus trabalhos?

Minha mãe estava presente na primeira vez que pisei em um palco, ainda na infância, desde então ela é uma grande incentivadora. Recentemente ela aceitou atuar em um curta metragem comigo. Fizemos juntas o filme CoroAção. Sei que foi um grande desafio para ela, pois nunca havia feito nada parecido. Minha mãe sempre fala que a infância foi difícil e que sua voz foi silenciada. No filme CoroAção sinto que pude dar voz a parte da história de minha mãe e de muitas outras mulheres negras, que sustentaram seus destinos sobre as cabeças, em baldes, trouxas, tabuleiros.

CoroAção, 2018. Fotografia de Welber Chagas
CoroAção, 2018. Fotografia de Walber Chagas.

_ As práticas e objetos das lavadeiras, foram, por você, incorporados aos seus trabalhos. Você comenta também que a trajetória de sua mãe enquanto lavadeira tem importante espaço na sua vivência enquanto indivíduo, mulher e artista. Como se deu a percepção de que esses objetos poderiam ser ressignificados? Como foi a experiência de ressignificação desses objetos pra você?

Durante o mestrado comecei a pesquisar a linguagem da performance. Fiz a proposição do surgimento dessa linguagem junto aos rituais de incorporação dos deuses antigos. O corpo tomado pelo divino que conectava todos os participantes do rito. Lembrei da primeira vez que vi uma incorporação. Tenho uma lembrança, real ou imaginária, de minha avó com uma saia azul. Após o falecimento de minha avó, a saia começou a ser usada por outras mulheres. Era como ver minha avó novamente. Aquele objeto parecia dotado de algo divino, carregava uma história ancestral e falava através dos corpos que o habitavam. Depois disso, além da saia azul, outros objetos começaram a fazer parte de minha poética, conectados a minha história e a de outros. Uma velha tesoura, um martelo, fitas coloridas. A bacia em que minha mãe banhava roupas e filhos. Objetos e corpos passaram a performar histórias inauditas em meus trabalhos.

_ Mariana, você frequentemente trabalha a partir da utilização do corpo enquanto suporte. Como foi o processo de experimentar e descobrir seu corpo enquanto ativador de potências e principal materialidade para desenvolver seus trabalhos?

Iniciei a minha trajetória como artista no teatro. Através de uma professora negra poderosa, com um grande cabelo black, Auriceia Lima. Ela me ajudou a descobrir potências do meu corpo em cena, quando eu era apenas uma criança insegura em uma escola pública. Desde então tenho buscado a força herdada de tantas mulheres importantes na minha vida. Meus cabelos crespos, minha cor, meu corpo, minha história como entes importantes, criadores de arte. Nas performances realizo ações sutis para pensar as histórias e os papéis sociais dos negros e negras no Brasil. Em “Já temos assento”, por exemplo, equilibro um banco sobre a cabeça. O tônus corporal necessário para essa ação traz uma memória física que nossos corpos aprenderam a ter para carregar pesados fardos. Em “Oráculo”, com agulhas coloco búzios no meu corpo. Evidencio minha pele como detentora de dores e sagrados.

Série CoroAção, 2019. (Montagem da Exposição Raiz Comum)_
Série CoroAção, 2019. (Montagem da Exposição Raiz Comum)

_ Uma de suas performances, “CoroAção”, tem também origem na prática ancestral de coroação de reis e rainhas africanos. Junto com as práticas das lavadeiras de carregar baldes e bacias em suas cabeças. Você pode comentar um pouco sobre como foi o processo de criação dessa performance?

O trabalho tem início com a presença de uma velha bacia de alumínio na área de serviço. A bacia empoeirada não era mais usada, mas ficava em exibição e nas palavras de minha mãe virava patrimônio, testemunha de uma vida de trabalho e dos carinhos oferecidos aos filhos em banhos, quando usada como banheira. Lembrei de na infância admirar a figura imponente de minha mãe, Sônia Regina, me levando pelas mãos, enquanto carrega entre a favela e o asfalto as trouxas com roupas de madame, também, bacias e baldes. Resolvi transformar essa história em arte. O trabalho deveria mostrar a importância e grandeza de mulheres como minha mãe, ainda, deveria falar da água. Líquido difícil de conseguir no Rio de Janeiro, transportado por corpos negros pelas ruas e morros, desde o surgimento da cidade. Água que é vital e, por vezes, torna-se divina e curativa das dores de viver. O trabalho fala sobre coroar a luta de mulheres negras de hoje e de outrora. Em especial, minha mãe, mulher de imensa dignidade, grande sustentáculo de nossa família, na luta diária para criar seus filhos dentro de uma favela violenta. Ela era e ainda é, aos meus olhos, uma rainha. Tantas rainhas e reis através de batalhas e muito trabalho, dignificam seus pequenos grandes reinos. As ganhadeiras através da força do trabalho conseguiram suas próprias liberdades e de muitos outros, no período escravocrata. A rodilha, trapo usado para carregar fardos, no meu trabalho vira coroa ornada de sagrados. Pois é na cabeça que encontramos nosso destino. Muitos perdem os cabelos no lugar onde assentam as rodilhas. Marca de uma vida de peso e provações. Coroas, cabeças, rodilhas, encontram-se na encruzilhada da história e do sagrado.

CoroAção, 2018. Fotografia de Welber Chagas(1)
CoroAção, 2018. Fotografia de Welber Chagas.

_ “CoroAção” foi realizada diversas vezes, algumas individualmente, algumas coletivamente. Dentro da performance, cada vez que um trabalho é realizado novas sensações e perspectivas são ativadas e observadas. De que forma você percebe as nuances e potências experimentadas entre ações coletivas e individuais dentro dos processos de realização desse trabalho?

Cada ação performativa se dá de forma diferente, pois agem sobre elas o acaso, o aqui e agora. Por vezes eu modifico elementos do roteiro, o que acentua a diferença. As várias apresentações são também momentos de aprendizado e possibilitam o desenvolvimento de minha poética. A primeira vez que CoroAção foi apresentada, na Casa Porto, em Vitória, haviam várias mulheres. Cada uma trouxe seu próprio balde, fez sua própria rodilha e compartilhou sua história. Foi ali que senti a necessidade de criar vários baldes, rodilhas, bacias, que contassem parte dessas muitas história. Surgiu a série CoroAção.

_ Os objetos da série “CoroAção”  também passaram pelo processo de ressignificação, assim como o ato das lavadeiras. Como você percebe esses objetos históricos atualmente? De que forma a relação entre arte e objeto de arte modificou sua percepção em relação à tais objetos?

Quando estudamos as histórias dos negros e negras no Brasil, ela vem de maneira fragmentada, com diversas lacunas. Nosso passado foi silenciado, negado, por vezes, apagado e até queimado. Observando as muitas fotografias de escravizados apenas podemos fabular suas vivências, através do rastro da imagem. Em CoroAção assumo esse conhecimento fragmentado e a invenção. Os mais de 30 baldes carregam imagens e palavras, constituindo um labirinto, onde perdemos com facilidade o verdadeiro significado. Miramos, o fundo dos baldes, sedentos por um conhecimento ausente, restando apenas imagens e palavras que nada explicam, propõem dúvidas. Arte e objetos servem a tessitura de uma reflexão sobre nossa história. Objetos ordinários que nunca constaram em coleções museológicas, mas que são sim dignos, pois falam de populações brasileiras notáveis. O trabalho busca evidenciar os significados perdidos pelo descaso da história.

_Você pode comentar mais sobre o filme CoroAção? Como foi desenvolver  esse trabalho?

Além da performance e da série de objetos, escrevi um roteiro para um curta metragem durante um curso do Cineclube Atlântico Negro, promovido pelo professor e artista Clementino Júnior, no Espaço Cultural Terreiro Contemporâneo. Clementino promoveu, em seguida, um outro curso, para produzir um curta, e convidou o meu roteiro para ser filmado. Fazer esse filme foi um grande desafio, pois tivemos apenas dois finais de semana e nenhuma verba. As dificuldades foram contornadas com a excelente equipe técnica, que, no entanto, em sua maioria, tinha pouca experiência em cinema. Fizeram parte da equipe na direção Juciara Àwô e Luana Arah, na produção Cátia Bueno e Uilton Oliveira. Uilton Oliveira fez ainda a assistência de direção, pesquisa Iconográfica e a inscrição do filme em mostras pelo mundo. As imagens deslumbrantes foram de Mirella Amorim e Paulo César. Carolina Vitória ficou no som e Aparecida Silva tirou fotos lindas que foram usadas em exposições. Participaram do nosso processo também os professores André Sandino e Stefano Fígalo. Por fim, tive a honra de ter atuando com o artista Rubens Barbot e com minha própria mãe, Sônia Regina.

objetos domesticados, 2017
Objetos domesticados, 2017

Texto da artista:

Objetos estão domesticados

a minha volta. Mas eles

agem.

O ferro de passar, esquecido,

queima uma antiga camisa.

Martelos se chocam, como

sinos, durante longos

minutos. Uma foto em

branco é retirada de um

porta-retratos. A não

imagem é devorada.

Engolida com cachaça. Uma

saia é lavada em uma antiga

bacia. Primeiro com leite,

depois com sangue.

Cada objeto doméstico tem o

peso de uma história.

 

_ Em 2017, você realiza a performance “Objetos Domésticos”. Quando leio a frase “Cada objeto doméstico tem o peso de uma história” e vejo registros da sua performance, é inevitável pensar na violência histórica e sistêmica dirigida dirigida à corpos femininos negros. Você pode comentar um pouco sobre como foi o processo de produção desse trabalho e o peso dele pra você?

Nessa performance exponho diversos objetos conectados as minhas vivências e de outras mulheres. Reflito sobre a história de muitas através de histórias pessoais. Histórias de muita dor que vivi e ouvi, ocorridas no ambiente doméstico. São várias ações que procuram trazer a tona emoções. Dois martelos se chocam, o tilintar desse dois corpos por vários minutos provoca incômodo. Uma blusa queima sob um ferro de passar, sem que ninguém se importe com o fim daquela peça de roupa, tensionando o tempo de todos que assistem a ação. Um porta retrato está vazio, a foto sem imagem serve de alimento com goles de cachaça. Alimento que passa com dificuldade pela garganta. Uma saia é lavada com leite e sangue. A limpeza é impossível. O cheiro desses elementos preenche o espaço. A violência aparece nessas ações ordinárias, martelar, passar roupa, comer e beber, lavar roupa. Ações comuns para diversas pessoas, transloucadas para evidenciar o absurdo das violências cotidianas.

Já temos assento, 2017-2018. Vídeoperformance - Fotografia Aparecida Silva
Já temos assento, 2017-2018. Vídeoperformance – Fotografia Aparecida Silva.

_ Mariana, além de trabalhar no Brasil você já participou de diversas exposições e eventos fora do país. Ao trabalhar afrobrasilidade, você leva questões presentes na vivência dos corpos negros aqui presentes para outros espaços. Como se dá a apresentação desses trabalhos no exterior?

A vídeo performance “Já temos assento” e o filme “CoroAção” foram exibidos em outros países. Acho interessante pensar como esses trabalhos pensados na ótica brasileira comunicam a tantas pessoas no exterior. Nossas trajetórias estão conectadas por uma raiz em África, pela dispersão de nossos ancestrais nas Américas, pela busca de uma história interrompida pela violência que sofremos até hoje.

Vídeo: Já temos assento

_ Enquanto no Brasil, a participação de artistas afrodescendentes no circuito ainda é relativamente pequena, se considerada nossa herança histórica. Em alguns países existem departamentos de pesquisa acadêmica dedicados ao assunto. É um campo bastante difícil de se trabalhar no Brasil, principalmente atualmente, com tantos cortes na educação e pesquisa. Como você lida com essas problemáticas aqui?

Artistas e pesquisadores negros e negras têm criado formas de sobrevivência a muito tempo nesse país. Procuro aprender com aqueles que me antecederam. Nos últimos anos tenho lido bastante autores e autoras negras. Tem se falado bastante em aquilombamento. A criação em coletivo; o fortalecimento do trabalho de colegas; a atividade de ajuda e compreensão; sempre foram estratégias de negros e negras periféricos e favelados. Esse é um aprendizado que herdei do meu entorno. A falta de verba e incentivo financeiro me incomoda menos do que as práticas racistas que muitas vezes cerceiam nossas atividades.

Exposição: 'Rios do Rio – as águas doces cariocas, ontem e hoje'
Fotografia de Cícero Rodrigues.

_ Mariana, você teve sua primeira individual na Galeria Desvio, ao mesmo tempo que foi a primeira a expor neste espaço. Como foi essa experiência pra você?

Foi a primeira individual em uma galeria. Fiquei imensamente feliz com o convite de Daniele Machado. Como artista ambiciono expor meu trabalho em todo lugar. Exponho bastante na rua. Muitos trabalhos propõem a caminhada pela cidade. A interação de quem se surpreende na rua é fundamental para a constituição de minha poética. A galeria é diferente, as pessoas estão ali pela arte e as percepções acrescentam outras camadas ao meu trabalho. Mas o momento mais interessante na Desvio foi sair da galeria performando com um balde na cabeça pelas ruas da Lapa, com o público da galeria fazendo uma grande procissão. Nessa ação a rua e a galeria se conectaram. É nesse momento que a arte salta das paredes brancas e faz mais sentido.

_Quando você realiza suas performances na rua, a percepção é bastante diferente da de quando se trabalha dentro da galeria. Vários performances suas são realizadas fora do espaço da galeria, você pode comentar um pouco mais sobre como foram essas experiências? Em questões pessoais e de contato com o público público?

De fato minhas performances são criadas pensando a rua. É nas encruzilhadas que encontro as imagens, energias e personagens que intensificam o sentido dos meus trabalhos. Cada pessoa que se manifesta, cada olhar é um aprendizado e agrega conhecimentos. Minha última performance, “Mãe do Entardecer”, foi apresentada em uma residência, na galeria, no teatro e na rua. As intervenções do público da rua foram as que mais me ensinaram, sem dúvidas. São olhares múltiplos, vindos de todos os lugares, olhares amplos, olho Brasil. Na rua ganho muito mais do que ofereço.

_ A relação entre seus antepassados e sua produção é apresentada de forma clara em seus trabalhos. Enquanto mulher negra, você percorre diversas problemáticas de classe, e  carrega uma importante força ao trabalhar a história dos corpos negros femininos na história. Confesso que sou uma grande fã do seu trabalho. Gostaria de encerrar essa entrevista perguntando sobre como você pensa o impacto que seu trabalho possui dentro do campo da história da arte, tendo em mente que finalmente, no Brasil, estamos tendo um número maior de artistas e curadores negros e negras.

Como Historiadora da Arte e Artista, desejo que meus escritos e trabalhos visuais causem fissuras e reflexões, possibilitem novos caminhos na historiografia da arte brasileira. É uma grande felicidade possibilitar novas visões metodológicas. Dar a ver histórias silenciadas, reconhecimentos, estéticas de terreiro. Não só ampliando o olhar de colegas, profissionais da arte, mas, também, do público em geral. Muitas pessoas que assistiram o filme CoroAção relataram suas ligações com bacias e baldes de alumínio, na lida diária dos subúrbios. Não só as porcelanas e coroas de pedras preciosas das princesas e imperadores contam a nossa história. Depois de passar pela academia, por vezes, procuramos o conhecimento em lugares muito distantes de nossa realidade, acredito, por exemplo, na importância de entender a epistemologia dos orixás, voduns, inquices e caboclos.

Mãe do Entardecer - Performance - Fotografia Mariel Fabris
Mãe do Entardecer – Performance – Fotografia Mariel Fabris.

Principais exposições e ações:

Mãe do Entardecer, performance.

(2019) Mostra Corpos Críticos/ Espaço Apis – RJ

(2019) Evento SegundaPreta/ Teatro Espanca – MG

CoroAção, série de objetos

(2019) Exposição Coletiva Raiz Comum/ Centro Cultural Laurinda Santos Lobo – RJ

(2019) Exposição Coletiva Territórios e R/Êxistencia/ PPGCom – UERJ – RJ

(2019) Exposição Coletiva Rios do Rio/ Museu Histórico Nacional – RJ

(2019) Exposição Coletiva Artes Aquáticas/ Golfinhos da Baixada – Queimados – RJ

_____, exposição individual

(2019) Galeria Desvio – RJ

_____, filme curta metragem (atuação e roteiro)

(2019) Brésil: Cinéma Noir En Mouvement: Représentations Afro-Diasporiques – França

(2019) Festival Internacional Pachamama – Acre

(2019) Premiado no 4ª Mostra de Cinema Negro de Mato Grosso

(2019) Memorial Thomas Sankara – Burkina Faso

 

Arte Contemporânea Negra no Brasil, Palestra

(2019) Curso “História e arte afro-brasileiras: séculos XIX-XXI” no Seminário Negra Presença/ MAC – Museu de Arte Contemporânea – Niterói

 

Já temos assento, Vídeo Performance

(2018) Videopoéticas con perspectiva de genero/ La Morada – Bogotá – Colombia

(2018) Festival Internacional de Videopoesía Vídeo Bardo 2018 / Buenos Aires – Argentina

(2018) 7ª Jornada Audiovisual Feminista/ Casa Sofia – Buenos Aires – Argentina

(2018) Conquista Ruas: Festival de Artes Performativas/ Centro de Cultura Camillo de Jesus Vitória da Conquista – BA e Centro Cultural Del Carmen Valencia – Espanha

(2018) Mostra IP/ Diversas cidades do Brasil – PE, AL, PR, CE, AP, RJ, SP, PI, GO, MG

 

CORPAS: Encontro de Performances de Mulheres Negras, produção do evento

(2018) https://www.facebook.com/CorpasEncontro – Casa Bosque e Terreiro Contemporâneo – RJ

 

Incorporação, Exposição individual

(2017) Centro Cultural Municipal Laurinda Santos LoboRJ

Design sem nome

 

Clarisse Gonçalves 1998. Graduação em história da arte em andamento na UERJ. Pesquisadora e historiadora da arte situada no Rio de Janeiro. Atualmente pesquisa manifestações artísticas periféricas, negras, e afrodescendentes no estado do Rio de Janeiro. Bolsista do projeto “Mapeando Arte e Cultura Visual Periférica”.

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